segunda-feira, 4 de julho de 2011

Uma das dúvidas mais recorrentes em alguns fóruns de discussão é como rastrear uma calúnia via web, ou até, um email[bb] qualquer que tenha chegado a caixa do usuário. Em geral, são pessoas que receberam alguma coisa via web e querem saber quem foi o infeliz que mandou aquilo para eles.
 
http://www1.istockphoto.com/
 
O que acontece é que este processo é simples e difícil ao mesmo tempo. Apesar dos projetos de lei[bb], os provedores tem ainda uma escassa política de guardar logs. Quando se fala de empresas que não são provedoras de serviço, a coisa ainda é pior ainda.
Ou seja, o trabalho de rastrear um email na web é chato, e nem sempre vai lhe trazer o resultado esperado.
A primeira coisa que deve sempre vir a cabeça de uma pessoa que quer rastrear um email é : vale a pena ?
Muita gente se sente atacada simplesmente porque alguém colocou um "palavrão" em um email ou difamou alguém querido. No fim, aqueles emails meio adolescentes, que demonstram mais uma revolta contra o mundo que uma difamação propriamente dita.
Assim é interessante pensar, como disse o Dirty Vader no ISTF :
  1. o conteúdo do e-mail contém algum tipo de ameaça a integridade física sua ou de alguém de suas relações?
  2. o conteúdo do e-mail contém algum tipo de chantagem?
  3. o conteúdo do e-mail contém algum tipo de afirmação caluniosa ou difamatória?
  4. o e-mail foi replicado para outras pessoas além de você?
Bom, as perguntas são estas porque, sim, você só vai conseguir alguma informação dos provedores de serviço internet via mandato judicial[bb]. E, ai, caso seja alguma coisa muito boba, é garantido que nenhum juiz vai lhe dar direito de forçar alguém a lhe passar dados simplesmente porque se ofendeu por pouco.
Se forem empresas particulares, você vai ter que ter muita sorte de bater com um SysAdmin[bb] organizado, que tem a cultura de guardar logs de firewall e afins.
Assim, se você acha que vale a pena, porque o que foi dito no email realmente pareceu-lhe ameaçador ou lhe ofendeu no fundo do seu ser, você deve seguir alguns passos bem interessantes.
  1. guarde cópias dos tais e-mails em local seguro. Eles são a evidência do crime;
    verifique o header dos e-mails para identificar os IPs dos servidores pelos quais o e-mail passou ( iremos discutir isto mais adiante ) ;
  2. verifique no WHOIS para identificar a quem pertence o endereço IP e como entrar em contato com o proprietário ( também iremos discutir isto ) ;
  3. envie um e-mail ou carta para o responsável ou serviço de abuso do
    provedor proprietário do IP de origem do e-mail denunciando o mau uso
    do serviço e solicitando informações sobre o usuário que enviou o
    e-mail. Anexe cópia do tal e-mail e do header.
Assim, o provedor em questão, não vai lhe responder. Mande sempre com cópia registrada ( sim, via correio, não email ) os contatos. Se o provedor lhe responder, irá dizer que não pode lhe passar dados privados dos usuário ( isto, se ele lhe responder ).
Diante das negativas, você vai via advogado[bb], requerer um mandato judicial para conseguir os dados que foram pedidos ( e ainda, vai pagar caro pelos serviços, já que a maioria dos advogados não entende bulhufas desta área digital ).
Como qualquer processo no Brasil vai ser longo e como eu já disse, pode não lhe trazer o que você queria saber.
  1. o provedor pode alegar que não mantém logs dos servidores por longos períodos (bom, com a legislação nova, como eu disse, pela lei eles tem que guardar os logs);
  2. caso o provedor lhe forneça os dados, eles podem ser falsos ( principalmente, nos provedores de conexão gratuitos );
  3. o computador que enviou o e-mail foi usado como zumbi e pertence a
    uma velhinha de 80 anos que mal sabe onde fica o botão liga/desliga da
    máquina;
Se nada disto acima, lhe tirou a curiosidade de como rastrear o email que você recebeu, vamos aos passos de como fazer isto. Por incrível que pareça, apesar dos filmes tentarem mostrar telas e mais telas para conseguir chegar a este resultado incomum, você precisa de ferramentas que vai encontrar em qualquer Sistema Operacional[bb].
Resumo, é fácil. Mas logicamente, com melhores ferramentas, inclusive de geoprocessamento, você pode chegar a resultados muito melhores.
Bom, primeiramente temos que entender o que é um email. O email é no fim uma das formas mais antigas de comunicação em máquinas, sendo anterior inclusive a internet.
O envio de uma mensagem na internet é realizado através do sistema de correio eletrônico que sempre é composto de um cliente e um servidor. A mensagem é gerada pelo usuário em um cliente de correio eletrônico, que ao ser terminada e enviada, vai para um servidor de correio eletrônico que enviará esta mensagem para o servidor que contém a caixa postal do destinatário.
Uma mensagem de correio eletrônico consiste basicamente de duas seções :
 
EMAIL COMPLETO
HEADER ( nossa vítima ) : é estruturado em campos que contém o remetente, destinatário e outras informações sobre a mensagem, com inclusive, ips e caminho da mensagem até o servidor local do usuário.
BODY : corpo da mensagem, onde estão os anexos e o que foi escrito.
Sempre, no processo de análise e rastreamento de uma mensagem vamos nos ater aos headers ( ou seja, ao cabeçalho da mensagem ) da mesma.
Com isto, é interessante procurar por um exemplo prático de header de mensagem, para entendermos com a coisa funciona.
Sempre gosto de trabalhar com o email transformado em arquivo texto. Assim, no seu cliente de email, salve o email que você quiser em formato texto, ou até, aquele formato eml padrão da maioria dos programas.
Depois disto, abra o arquivo com um editor de texto qualquer e se prenda a primeira seção. No caso apresentado abaixo, tudo será um pouco, digamos, "modificado" para lógico, não apresentar os dados reais, já que são de alguém que me enviou um email e não vem ao caso citar aqui ...
Return-Path: <usuario@quemmandou.com.br>
X-Original-To: meuemail@meudominio.com.br
Delivered-To: meuemail@meudominio.com.br
Received: by mail.meudominio.com.br (Postfix, from userid 1001)
id 2B2D7522FC4; Tue, 21 Oct 2008 15:40:25 -0200 (BRST)
Received: from localhost (localhost [127.0.0.1])
by mail.meudominio.com.br (Postfix) with ESMTP id 66E37522FFB
for <meuemail@meudominio.com.br>; Tue, 21 Oct 2008 15:40:25 -0200 (BRST)
Received: from mail.meudominio.com.br ([127.0.0.1])
by localhost (mail.meudominio.com.br [127.0.0.1]) (amavisd-new, port 10024)
with ESMTP id 25097-01 for <meuemail@meudominio.com.br>;
Tue, 21 Oct 2008 15:40:25 -0200 (BRST)
Received: from gwdeemail@meudominio.com.br (unknown [10.10.10.10])
by mail.meudominio.com.br (Postfix) with ESMTP id 2A51B4D50B5
for <meuemail@meudominio.com.br>; Tue, 21 Oct 2008 15:40:25 -0200 (BRST)
Received: from gwdeemail@meudominio.com.br (localhost [127.0.0.1])
by postfix.imss70 (Postfix) with ESMTP id 478961AED37
for <meuemail@meudominio.com.br>; Tue, 21 Oct 2008 15:36:12 -0200 (BRST)
Received: from hm507.locaweb.com.br (hm507-1.locaweb.com.br [200.234.205.193])
by gwdeemail@meudominio.com.br (Postfix) with SMTP id 65A8B1AEBEB
for <meuemail@meudominio.com.br>; Tue, 21 Oct 2008 15:36:09 -0200 (BRST)
Received: (qmail 21712 invoked from network); 21 Oct 2008 17:42:54 -0000
Received: from unknown (10.1.10.29)

by hm507.locaweb.com.br with QMQP; 21 Oct 2008 17:42:54 -0000
Message-ID: <20081021174254.12287.qmail@hm616.locaweb.com.br>
From: "=?ISO-8859-1?Q?usuario=20=20quemmandou?=" <usuario@quemmandou.com.br>

Date: Tue, 21 Oct 2008 15:42:54 -0200
To: meuemail@meudominio.com.br
Subject: Fwd: Teste
References:
In-Reply-To:
X-Mailer: LocaMail
X-Auth-User: quemandou at dominio.com.br
X-IPAddress: xxx.xxx.xxx.xxx
MIME-Version: 1.0
Content-Type: multipart/mixed;
boundary="----=OMAIL_ATT_001_0.748136299270303"
X-Virus-Scanned: amavisd-new at meudominio.com.br

Com o ping neste caso, pegamos o ip do servidor ( pelo menos para saber se a hospedagem em questão é realmente a detentora do bloco de ips que os servidores dela estão hospedados ) .
 
PEGANDO O IP
 
 
De posse dos ips  , é só ir ao Unix[bb], por exemplo, e procurar quem é o dono do ip que gerou a mensagem.
 
EMAIL
Caso não tenha um Unix[bb] a mão, você pode utilizar vários serviços web como por exemplo, o Domain Tools, que neste caso em questão nos dará o resultado mostrado neste link aqui. 
Assim, você já tem dados para entrar em contato com o provedor e requisitar informações.
Logicamente, como já disse acima, a coisa pode ficar bem chata e requerer apresentação do email como documento em um tribunal. Não sei como anda esta jurisprudência[bb] no Brasil, mas um email, pode ser adulterado antes de ser impresso, por mais cuidado que se tenha.
Assim, uma dica que vi a algum tempo atrás referente a isto, seria seguir para um cartório de títulos e documentos, e validar que aquele email é tal qual o que está em sua caixa postal por exemplo.
Isto pode ser feito, procurando o tabelião ou responsável pelo cartório naquele momento, e pedir para que o mesmo lhe forneça um computador para acessar seu email. Caso não haja esta possibilidade, um notebook com um modem 3G pode resolver o problema.
De posse disto, acesse sua caixa postal, e peça a quem irá validar o seu documento, leia o email, veja os cabeçalhos e depois, os imprima. Com esta impressão feita, peça ao mesmo para validar aquela impressão como a mesma que foi vista na tela do computador, via webmail ou até via algum cliente de email qualquer.
Com isto o email, em questão, passará a ser digamos, um documento válido para a justiça brasileira ( posso estar errado, mas  é uma forma de validá-lo ).
Resumindo, como pode ser visto, não é difícil rastrear um email, e ainda, não tem nada de tão exotérico como muitos filmes e afins tentam mostrar.
Em breve discuto por aqui alguma coisa referente a como achar um usuário de MSN que tenha lhe mandado alguma ofensa ou afim, também via rastreamento do ip. 

terça-feira, 28 de junho de 2011

Como funciona uma rede com servidor

Em redes onde a questão de segurança e disponibilidade das informações é considerada fatores importantes, se faz a necessidade de utilização de servidores dedicados, que são equipamentos mais parrudos, e que tem um sistema operacional capaz de centralizar um tipo de informação (por exemplo, e-mails e acessos à internet). Sua característica mais marcante é a capacidade de crescimento sem, em muitos casos, a necessidade de troca de equipamentos e sistemas, com isso reduz o custo de propriedade.

Características de uma rede Cliente/Servidor

  • O compartilhamento de recursos se torna mais seguro e ágil, pois sempre serão de uma única fonte

  • A segurança é um ponto forte, pois é possível controlar os acessos dos usuários às informações e recursos a partir de um único ponto

  • O Backup das informações será dinâmico e de responsabilidade da administração da rede e não de cada usuário

  • O usuário poderá ter seu equipamento mais dedicado às suas aplicações

  • O crescimento da rede acompanha o crescimento da empresa

  • O servidor de rede pode oferecer vários serviços, tais como: e-mail, internet, fax, impressão, arquivos, entre outros.

Componentes de uma Rede

 Uma rede de computadores padrão é composta por equipamentos de conectividade, que podem variar de acordo com cada projeto. A seguir, uma lista dos equipamentos mais utilizados:

Equipamento


Ilustração

Descrição

Servidor

 

É um computador especializado que centraliza as informações da empresa, recursos compartilhados e a segurança dos dados.
Pode ser utilizado para aplicações especializadas como servidor de correio eletrônico.
 
Estação

Desktops

Notebooks


São os equipamentos dos usuários que acessam a internet, recursos compartilhados e aplicações locais e de rede: Pode ser de dois tipos:
Desktops: São equipamentos que ficam no escritório e tem uma estrutura de CPU, monitor, teclado e mouses separados.
Notebooks: São equipamentos mais compactos onde os recursos são integrados e com isso tem uma maior portabilidade.

Switch


É um equipamento de conectividade utilizado para centralizar os cabos das estações e servidores, com isso realizando a comunicação de dados pela rede chamado tamb��m de concentrador.

Roteador


Equipamento utilizado para conectar duas ou mais redes. O seu uso mais comum é para conectar uma empresa com a internet.

Cabos


São os meios físicos utilizados para a conexão de uma estação, servidor, roteador. Sempre deverão estar conectados a um switch.

Placas de Redes


É o ponto de conexão de uma estação ou servidor para uma rede. Com ela é possível utilizar os cabos.

Software
Windows Small Business Server


É o facilitador do hardware (equipamento) para utilização nos servidores e estações para que o usuário possa realizar suas tarefas.

Firewall
É um equipamento (ou software) utilizado para proteger a rede de uma empresa dos ataques de pessoas mal intencionadas via internet.

 A seguir, um exemplo de uma rede com os componentes conectados

 

Tipos de Servidores

Em uma rede cliente/servidor é importante analisar o tipo de utilização dos servidores. A seguir, um exemplo:
  • Servidor de Autenticação: tem a finalidade de verificar o nome do usuário registrado (chamado LOGON) e sua senha são autênticas, ou seja, são as mesmas que foram cadastradas neste servidor. Uma outra função do servidor de autenticação é garantir que os acessos aos recursos de rede (como impressoras e internet) estejam de acordo com as diretivas da empresa, bem como o acesso aos dados.
  • O servidor de aplicação: tem por definição a realização de uma tarefa específica de rede. Atualmente existe um grande número de aplicações de mercado, a seguir alguns exemplos:
  • Correio Eletrônico: Centraliza as caixas postais eletrônicas dos usuários e faz a comunicação de mensagens de e-mail interna e externamente na empresa.
  • Fax: Funciona como uma central de fax, onde todo o fax recebido é encaminhado de forma eletrônica ao usuário que poderá imprimir a qualquer momento.
  • Internet: Centraliza todos os acessos de internet dos usuários, com isso elimina a necessidade de instalação de modems individuais, trazendo uma economia real e também o controle do fluxo de acesso pode ser gerenciado, realizando uma maior segurança dos dados da empresa.
  • Arquivos: Contém as pastas individuais dos usuários centralizadas, mantendo sua individualidade e garantindo o backup dos dados, levando a uma maior tranqüilidade ao trabalho.
  • Impressão: As impressoras de uso coletivo ficam armazenadas em um único servidor para que não se utilize os recursos individuais das estações, facilitando o processo para o usuário.
  • Banco de Dados: Contém informações corporativas em um formato relacional, centralizando os principais assuntos da empresa, onde são tratados os aspectos de segurança, backup e acessos.
Obs: Quando se fala dos serviços dos servidores, eles podem estar em um único computador (físico) que realiza várias tarefas.
A PlaceNet é especializada em pequenas empresas e pode auxiliar você a ter um servidor especializado para os seus negócios. Nós cuidamos de tudo, você só se preocupa com sua empresa.



Entenda porque sua empresa deve investir em tecnologia

Sua infra-estrutura de rede é assim?
Será que sua empresa seria mais produtiva se fosse assim?


terça-feira, 21 de junho de 2011

Projeto de Rede - Parte 1 

Projeto de Rede - Parte 2

Projeto de Rede - Parte 3

O que é um projeto de redes de computadores? 




Um projeto de redes de computadores é um estudo (ou planejamento) detalhado, destinado a implantação de uma rede de computadores que possa satisfazer as necessidades de alguém (pessoa física ou jurídica), sendo o compartilhamento de informações e recursos o objetivo mais comum.
Dependendo da natureza do projeto, ele deverá atender não só as expectativas do presente, mas também estar adequado para as mudanças no futuro, isto é, ser “modular” de forma a permitir o crescimento da rede, conforme o surgimento de novas necessidades, sem prejudicar o atual estado de sua funcionalidade.
São vários os detalhes envolvidos em um projeto de redes de computadores. Para se ter uma idéia, podemos destacar alguns exemplos:
  • Coleta de informações: Deverá ser feita de acordo com os requisitos do cliente;
  • Projeto lógico da rede: É o planejamento de todos os detalhes da rede que será implantada e utilizada. Exemplo: topologia da rede (estrutura), esquema de endereçamento, protocolos (regras padronizadas), softwares a serem utilizados, segurança e gerência;
  • Projeto físico da rede: É a seleção de tecnologias e dispositivos a serem usados. Exemplo: placas de rede, cabos, hubs, switches, roteadores, computadores, impressoras, etc;
  • Testes e análise do projeto (considerando imprevistos);
  • Realização de ajustes/melhorias no projeto;
  • Custo do projeto (de modo a atender o melhor custo-benefício);
  • Documentação do projeto;
  • Treinamento de pessoal.
OBS: O projeto deve seguir o “Sistema de Cabeamento Estruturado” que é a padronização do cabeamento, envolvendo normas técnicas, de modo a facilitar o uso e manutenção da rede com seus meios de transmissão integrados (voz, dados, multimídia, etc).
Para melhor visualização desse conceito, segue um exemplo sintético de um pequeno projeto, destinado ao mercado “SOHO (Small Office / Home Office – Pequeno Escritório / Escritório Doméstico)”, realizado em 2005.
Neste exemplo, começaremos expondo o objetivo do projeto, denominado “Projeto SOHO 2005″, de minha autoria:
Objetivo: Atender a um escritório de advocacia que passou por um processo de expansão, onde houve a necessidade de informatização e interligação de uma matriz e uma filial através da Internet.
O escritório, que antes contava com apenas a matriz composta por 2 advogados, 1 assistente e 1 secretária e possuía apenas 3 computadores com 2 impressoras deskjet e um único acesso à Internet, via linha discada (56 Kbps), passou a ser composto por uma matriz e uma filial.
Com o processo de expansão, houve, também, a necessidade de contratação de pessoal e o deslocamento de um dos advogados para filial.
Sendo assim, a matriz passou a ser composta por 1 advogado, 1 assistente, 1 operador de computador/webmaster e 1 secretária. Os equipamentos utilizados serão vistos mais adiante. A filial foi composta por 1 advogado, 2 assistentes, 1 secretária e 1 office-boy.
Os advogados solicitaram um projeto que atendesse às necessidades da empresa, de forma a ter a melhor relação custo-benefício possível. Foi informado ainda que não seria possível realização de obras como por exemplo, quebrar paredes para passagem de eletrodutos.
O escritório matriz fica localizado na “cidade X” e a filial no centro financeiro da “cidade Y”. Com base nessas informações, foi apresentada a proposta para a implantação do “Projeto SOHO 2005″, conforme adiante.
Justificativa para o “Projeto SOHO 2005″: Com base em um levantamento feito pelo SEBRAE (www.sebrae.com.br), descobrimos que juntas, as micro e pequenas empresas, respondem por cerca de 99% do mercado de empresas formais no Brasil.
Situação da Empresa
Situação da empresa “antes” da implantação do projeto:
Apenas a matriz: 2 Advogados, 1 Assistente e 1 Secretária.
Equipamentos: 3 computadores, 1 acesso à Internet via modem 56 Kbps e 2 impressoras deskjet.
Situação da empresa “após” a implantação do projeto:
Matriz: 1 Advogado, 1 Assistente, 1 Secretária e 1 Operador/WebMaster.
Filial: 1 Advogado, 2 Assistentes, 1 Secretária e 1 Office-Boy.
Equipamentos: Ver mais adiante.
Visualização do processo de expansão do escritório:
Abaixo, podemos observar a matriz, instalada em uma casa na “cidade X” e a sua filial, localizada no 8º andar de um prédio no centro financeiro da “cidade Y”.
OBS: A nuvem: é a representação da Internet porque simboliza a “visão obscura (desconhecida)” de uma pessoa leiga no assunto. O raio é a representação de uma “conexão (link)” entre um ponto e outro. Favor não confundir com “chuvas, relâmpagos e trovoadas…” :-)
Figura 128: Processo de Expansão – Matriz e Filial
Planta Baixa
Apresentação da planta baixa:
A planta baixa é fundamental para que possamos ter a base correta para a realização do projeto, no que diz respeito a disposição física dos equipamentos. A área “hachuriada” representa o espaço reservado para alguns móveis e o tracejado em azul representa o cabeamento de rede utilizado, embutido em “canaletas” presas na parede.
Figura 129: Planta Baixa da Matriz.
Figura 130: Planta Baixa da Filial.
Distribuição de Cabos
Esquemático da distribuição horizontal de cabos:
Esse esquemático representa o cálculo da metragem de cabos necessária por andar. Existe, também, o esquemático da distribuição vertical de cabos. Não será exemplificado aqui porque, neste caso, não foi necessário, uma vez que o projeto atendeu apenas a um andar.
Add caption
Figura 131: Esquemático Horizontal de Cabos.
Canaletas
Canaletas Aparentes:
As canaletas aparentes são a solução ideal para ambientes onde a mudança de layout ocorre com freqüência, quando não é possível quebrar paredes ou não se quer ter gastos com a realização de obras. As canaletas de alumínio são as mais indicadas, pois possuem maior proteção contra interferências eletromagnéticas.

CGI.br recomenda nova política anti-spam para o Brasil




Com o objetivo de reduzir sensivelmente o envio de spams por meio das redes brasileiras, o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) anuncia recomendações para a adoção de boas práticas anti-spam para o país. Conhecida como “gerência de Porta 25”, a iniciativa envolverá operadoras de serviços de banda larga, com perfil residencial, e provedores de acesso à Internet.
A prática, que consiste em diferenciar a submissão de uma mensagem por um usuário final daquela enviada por um servidor de correio, já é adotada por diversos provedores e operadoras em todo o mundo, e sua eficácia tem sido acompanhada pelo Comitê desde 2005. “Temos constatado um resultado bastante satisfatório nessas nações”, comenta Henrique Faulhaber, conselheiro do CGI.br e coordenador da Comissão de Trabalho Anti-Spam (CT-Spam).
Ainda de acordo com Henrique, a medida reduziria o tipo de abuso que mais ocorre no Brasil: “os spammers de diversos países utilizam a infraestrutura das redes brasileiras para retransmitirem esse tipo de mensagem globalmente. Ao adotar esta recomendação, as operadoras atuarão antes do spam entrar na infraestrutura de e-mail, impedindo que aqueles que saem de máquinas infectadas sejam entregues, reduzindo o desperdício de banda e recursos operacionais, além de facilitar a restrição de abusos”, explica.
Ação conjunta
As recomendações feitas aos provedores de serviços de e-mail incluem a implantação de mecanismos de submissão e autenticação de mensagens. Já para as operadoras, o objetivo é que, em redes de usuários finais de caráter residencial, seja efetuada a restrição ao tráfego com destino à porta 25. “Essas práticas possibilitarão melhorias nos serviços oferecidos aos internautas, reduzindo o abuso de seus computadores e o desperdício de banda”, enfatiza Faulhaber.
Motivação
Segundo resultados da primeira fase do projeto SpamPots, iniciativa desenvolvida pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), verificou-se que as redes brasileiras são difusoras e não são originadoras de grande parte do spam enviado. Foram utilizadas para as medições máquinas conectadas via banda larga e configuradas para apenas emular determinados sistemas operacionais e serviços, permitindo o mapeamento do abuso das redes para envio de spams, bem como o diagnóstico de formas de prevenção efetivas.
De acordo com Cristine Hoepers, analista de Segurança do CERT.br: “Outros dados levantados apontam que 99,9% dos spams que seriam enviados por meio desses sensores vieram de fora do Brasil, sendo que pelo menos 94% seriam destinados a outros países, indicando que nossas redes atuam como difusoras de spams e que suas infraestruturas são abusadas por spammers internacionais”, conclui.


sexta-feira, 17 de junho de 2011

Steve Jobs e Bill Gates

 

Olá a todos.. Gostaria falar um pouco sobre essas Duas Personalidades do Mundo da Informática e Tecnologia.Não se preocupem..Quero apenas mostrar para vocês algo que observei na vida desses dois homens , que apesar de serem super criativos , um foi bem mais sucedido que o outro.Por que? É o que veremos nesse post. Para quem não conhece...Vamos fazer um resumo sobre cada um.
Steve Jobs
steve-jobs-1984-macintosh.jpg
Steven Paul Jobs, mais conhecido como Steve Jobs (San Francisco California) é um empresário estadunidence co-fundador das empresas de informática Apple Inc e NeXT. Criou alta notoriedade em torno de seu nome por levar a cabo uma política industrial que valoriza a inovação e o design de seus produtos. Steve Jobs, fora do meio empresarial, é menos conhecido pelo seu jeito contraditório de agir. Budista, e não materialista. tem o costume de andar descalço e de bermuda, reduziu seu salário na Apple a 1 dólar, e ao mesmo tempo tem uma fortuna estimada em 2009 de 5.1 bilhões de dólares. Extremamente perfeccionista, chega a olhar pixel a pixe lO desenvolvimento de seu trabalho aplicando sempre a simplicidade.Acredita que a equipe organizadora é fundamental em todo o processo, mas acaba por ser um déspota, onde ele é o grupo de um só homem.  Apesar de inúmeras controvérsias apresentadas em seu modo de ser e administrar, e por muitos sendo tomado como "insuportável", Steven Paul Jobs é com certeza um dos maiores administradores da atualidade tendo feito e refeito todos os processos e comprovando durante anos ser merecedor de tal título decorrente de sua excepcional carreira de sucesso.(By Wikipédia)
Bill Gates

bill_gates.jpg
William Henry Gates III KBE, GCIH(Seattle 28 de Outubro de 1955), mais conhecido como Bill Gates, é um magnata, filantropo e autor, em parceria com o sócio Paul Allen, fundador da Microsoft , a maior e mais conhecida empresa de software do mundo. É um dos pioneiros na revolução do computador pessoal
Foi fundada em 1975 por Bill Gates, então com 19 anos, em parceria com Paul Allen. O primeiro produto comercial da empresa foi o Altair BASICS para o MITS Altair (Micro Instrumentation Tlemetry System), produzido no mesmo ano. Em 1980 a empresa deu um passo decisivo ao adquirir da Seattle Computer Product sistema operativo 86-DOS.
Gates liderava o ranking dos mais ricos do mundo desde 1995, segundo a revista Forbes. Sua fortuna era estimada em US$ 130 bilhões.Em 1999, Gates ultrapassou a marca dos US$ 100 bilhões, mas desde 2000 o valor nominal da Microsoft vem caindo após o estouro da internet, e também após várias doações multibilionárias feitas por Gates a projetos filantrópico

No filme Piratas do Vale do Silício , podemos conhecer um pouco sobre a vida e trajetória de sucesso de cada um. O que mais me chamou atenção foi como Steve jobs liderava sua equipe na Apple , destratando-os e exigindo deles total empenho e criatividade  ao ponto de seus programadores ficarem trabalhando 52 horas sem parar , e mesmo assim Steve se demonstrava irredutível. Enquanto Bill Gates com sua sagacidade e digamos assim , jogo de cintura , soube muito bem usar suas idéias de modo favorável , ao ponto  de se tornar o homem mais rico do mundo. Steve Jobs era um homem prepotente  e arrogante.No filme fica claro o quanto ele subestimava o jovem Bill Gates. Ele foi traido pelo seu próprio egocentrismo, dando ao jovem Bill a oportunidade de conhecer o segredo da interface gráfica do então projeto Macintosh.E Bill muito esperto usou isso a seu favor , construindo seu primeiro software Windows. O que quero realmente transmitir com tudo isso é que um grande Lider , não deve somente exigir de seus cooperadores um trabalho árduo e eficiente. Deve ser  também um grande motivador.O que faltou para Steve?.Saber lidar com pessoas , tratar-las com respeito e dignidade.Maquinas são latas..Seres humanos são coração. Todo ser humano gosta de ser tratado com respeito. Lideres do mundo todo.Você é um Bill Gates , ou um Steve Jobs para seus Subordinados? Em sempre afirmo que um grande Lider deve ter uma dosagem equilibrada de Emoção e Razão.Ninguém pode ser 100% razão ou 100% emoção. Reflitam sobre isso..

terça-feira, 14 de junho de 2011

Para que serve uma rede de computadores?
Uma rede de computadores serve para os computadores trabalharem entre si.
O que é necessário para uma rede de computadores funcionar:
Software
Sistema Operacional de Rede
Hardware
Repetidores (Repeaters)
Modem
Roteadores (routers)
Hub
Servidor
Computador
Vantagens e desvantagens de utilizar uma rede de computares:
Vantagens do uso das redes
Partilha de recursos físicos da rede ou seja, hardware;
Partilha de software;
Economia de recursos;
Partilha de dados/informação;
Comunicação;
Gestão de cópias de segurança.
Desvantagens do uso das redes
Rede pode ficar extremamente lenta em situações de tráfego pesado;
Problemas são difíceis de isolar;
Falha no cabo paralisa a rede inteira.
Conceito de LAN
LAN é a sigla inglesa da expressão Local Area Network e designa uma rede local de computadores. É geralmente utilizada nas empresas para interligação local dos seus computadores.
Conceito de WAN
Essas sub-redes têm a função de transportar os dados entre os computadores ou dispositivos de rede. As WAN tornaram-se necessárias devido ao crescimento das empresas, onde as LAN não eram mais suficientes para atender a demanda de informações, pois era necessária uma forma de passar informação de uma empresa para outra de forma rápida e eficiente. Surgiramas WAN que conectam redes dentro de uma vasta área geográfica,
permitindo comunicação de longa distância.
Conceito de Cliente-Servidor
É um modelo computacional que separa clientes e servidores, sendo interligados entre si geralmente utilizando-se uma rede de computadores. Cada instância de um cliente pode enviar requisições de dado para algum dos servidores conectados e esperar pela resposta. Por sua vez, algum dos servidores disponíveis pode aceitar tais requisições, processá-las e retornar o resultado para o cliente. Apesar do conceito ser aplicado em diversos usos e aplicações, a arquitectura é praticamente a mesma.
Muitas vezes os clientes e servidores se comunicam através de uma rede de computador com hardwares separados, mas o cliente e servidor podem residir no mesmo sistema. A máquina servidora é um host que está executando um ou mais programas de servidor que partilham os seus recursos com os clientes.
Um cliente não compartilha de seus recursos, mas solicita o conteúdo de um servidor ou função de serviço. Os clientes, portanto, iniciam sessões de comunicação com os servidores que esperam as solicitações de entrada.
Conceito de Peer-to-Peer
Mesmo dispondo de plataformas de comunicação Peer-to-Peer, como o Pastry e o JXTA, os desenvolvedores ainda precisam projetar suas aplicações considerando requisitos não-funcionais, tais como validação do usuário, operações de manutenção da rede Peer-to-Peer (criar grupo, localizar grupo, ingresso em grupo, localizar peer, localizar recursos), desenvolvimento baseado em componentes (locais ou remotos), interface gráfica com o usuário, entre outros. Portanto, tais funcionalidades precisam estar disponíveis, sobre a plataforma de rede Peer-to-Peer, de maneira reutilizável e adaptável. Este modelo de desenvolvimento é conhecido como framework de aplicações.
No entanto, para sistemas Peer-to-Peer, ainda não existe um modelo de desenvolvimento elaborado e consolidado, análogo aos frameworks para sistemas Cliente/Servidor. O J2EE, baseado em Java, é um bom exemplo. Seu modelo é tão elaborado que ultrapassa os domínios da computação distribuída, abrangendo também frameworks MVC, componentes de interface gráfica com o usuário, manipulação de documentos XML, mecanismos de persistência de objectos, entre outros.
Multiplexagem
Consiste na operação de transmitir várias comunicações diferentes ao mesmo tempo através de um único canal físico.
O dispositivo que efectua este tipo de operação chama-se multiplexador.
Existem diferentes modos de multiplexagem, os principais são:
• Multiplexagem por divisão de frequência
• Multiplexagem por divisão de tempo
Pacotes de dados
Uma transmissão de dados entre computadores consiste no envio e recepção de sinais eléctricos ou outros (ópticos), os quais codificam bits. Normalmente, os bits são agrupados em conjunto ou sequências, que podem ir desde um simples byte (codificando um carácter) até um pacote de milhares de bits ou bytes.
Interferência e distorção
Interferência_ as interferências podem ser devidas, por exemplo, a acção de campos electromagnéticos sobre os cabos por onde circulam os sinais que transportam a informação.
Distorção_ quando os sinais em que os dados são transmitidos estão sujeitos a uma perda de intensidade ou deformação, a este fenómeno chama-se distorção.
Características físicas da transmissão de dados
Modulação e Desmodulação:
Modulação
Nos modems a cabo que utilizam o sistema de cabo para fazerem o US, um modulador é utilizado para converter os dados digitais da rede de computador em sinais de radiofrequência para transmissão. Este componente é chamado algumas vezes de "modulador de rajadas" - burst modulator - por causa da irregularidade do volume da maior parte do tráfego entre um usuário e a internet. Ele consiste de três partes: uma secção para inserir informação usada para correcção de erros; um modulador QAM - vale lembrar que muitos fabricantes estão utilizando a modulação QPSK ou similar na direcção do US, uma vez que essa modulação é mais robusta em ambientes de ruído (lembre-se que o canal de US está mais sujeito a ruídos): essa é uma recomendação da norma IEEE 802.14; um conversor digital-analógico (D/A).
Desmodulação
Os desmoduladores mais comuns têm quatro funções. Um desmodulador QAM (quadrature amplitude modulation) recebe um sinal de rádio frequência que teve a informação codificada a partir da variação da fase e da amplitude e o transforma em um sinal simples que pode ser processado por um conversor analógico-digital (A/D). Esse conversor recebendo o sinal, que varia em tensão e transforma em uma série de bits. Um módulo de correcção de erros então checa a informação recebida a partir de um padrão conhecido, de modo que problemas na transmissão possam ser detectados e corrigidos. Em muitos casos, os quadros da rede estão no formato MPEG, de modo que um sincronizador MPEG é utilizado para assegurar que os grupos de dados estão em ordem
Taxas de Transmissão
A taxa de transmissão de um canal ou meio físico é a quantidade de bis que a esse meio consegue transmitir por segundo. Esta taxa pode ser expressa em bits por segundo - bps (bits per second) - ou Kilobytes, Megabits ou Gigabits por segundo. As taxas de transmissão entre dois computadores dependem de vários factores, tais como:
- as características dos cabos utilizados;
- a quantidade de tráfego de mensagens provenientes dos vários nós da rede;
- a utilização de largura de banda para transmissão de um só ou vários fluxos de mensagens ao mesmo tempo (multiplexação);
- as taxas máximas de transmissão dos modems ou outros dispositivos de comunicação; etc.
Largura de banda
Largura de banda é a medida da faixa de frequência, em hertz, de um sistema ou sinal. A largura de banda é um conceito central em diversos campos de conhecimento, incluindo teoria da informação, rádio, processamento de sinais, electrónica e espectroscopia. Em rádio comunicação ela corresponde à faixa de frequência ocupada pelo sinal modulado. Em electrónica normalmente corresponde à faixa de frequência na qual um sistema tem uma resposta em frequência aproximadamente plana (com variação inferior a 3 dB).
Sinal analógico
O sinal analógico corresponde a um valor físico que varia continuamente no tempo e/ou no espaço. O fenómeno físico que estimula os sentidos humanos pode ser medido por instrumentos, designados por sensores, que transformam a variável física que é capturada numa outra variável física medida, geralmente uma tensão ou uma corrente eléctrica, igualmente dependente do tempo ou espaço, que é designada por sinal. Se este sinal for contínuo, diz-se que é análogo à variável física medida, isto é, diz-se que é um sinal analógico. O sinal analógico é produzido por um sensor, por exemplo um microfone, que detecta o fenómeno físico, por exemplo a variação da pressão do ar, e que, em seguida, o transforma numa medida. Normalmente, esta medida toma a forma de uma corrente eléctrica ou de tensão eléctrica.
Sinais digitais
O sinal digital é uma sequência de valores codificados em formato binário, dependentes do tempo ou do espaço, que resulta da transformação de um sinal analógico. No entanto, ao contrário dos sinais analógicos, os sinais digitais são discretos em amplitude e discretos no espaço. Isto significa que um sinal digital só é definido para determinados instantes de tempo, e o conjunto de valores que podem assumir é finito.

Tipos de Cabos

Cabos Eléctricos
Um fio é um segmento fino, cilíndrico, flexível e alongado de um certo material de acordo com sua função. Na electrónica são usados fios distintos para tanto transportar energia eléctrica quanto informação.
Cabos Ópticos
Cabos ópticos são equipamentos que transmitem dados através de luz. Eles podem ser feitos com emaranhados de fibras de vidro ou plástico, o que lhes confere algumas vantagens e desvantagens em relação ao cabo coaxial (muito utilizado em antenas e serviços de TV a cabo).
A construção dele é feita a partir das fibras ópticas, que são revestidas primeiramente por uma camada de resina, coberta por outra de plástico. A ideia é proteger as fibras e a condução da luz, sem deixá-la escapar ou se misturar, o que garante a boa qualidade da transmissão de dados.
Cabos Pares Entrançados
Os cabos de pares entrançados consiste em um ou vários pares de fios de cobre; os dois fios de cada par são entrançados, ou seja, enrolados em torno um do outro, com o objectivo de criar à sua volta um campo electromagnético que reduz a possibilidade de interferências de sinais externos.
Cabos Pares Entrançados STP
O cabo brindado STP é muito pouco utilizado sendo basicamente necessários em ambientes com grande nível de interferência electromagnética. Deve-se dar preferência a sistemas com cabos de fibra óptica quando se deseja grandes distâncias ou velocidades de transmissão, podem ser encontrados com blindagem simples ou com blindagem par a par.
Cabos Pares Entrançados UTP
Este é sem duvida o cabo mais utilizado neste tipo de rede, o cabo UTP é de fácil manuseio, instalação e permite taxas de transmissão em até 100 Mbps com a utilização do cabo CAT 5 são usados normalmente tanto nas redes domesticas como nas grandes redes industriais e para distancias maiores que 150 metros hoje em dia é utilizados os cabos de fibra óptica que vem barateando os seus custos.

Categorias

Tipo Uso
Categoria 1 Voz (Cabo Telefónico) São utilizados por equipamentos de telecomunicação e não devem ser usados para uma rede local
Categoria 2 Dados a 4 Mbps (LocalTalk)
Categoria 3 Transmissão de até 16 MHz. Dados a 10 Mbps (Ethernet)
Categoria 4 Transmissão de até 20 MHz. Dados a 20 Mbps (16 Mbps Token Ring)
Categoria 5 Transmissão de até 100 MHz. Dados a 100 Mbps (Fast Ethernet)

Cabos coaxiais

O cabo coaxial é um tipo de cabo condutor usado para transmitir sinais. Este tipo de cabo é constituído por diversas camadas concêntricas de condutores e isolantes, daí o nome coaxial.
O cabo coaxial é constituído por um fio de cobre condutor revestido por um material isolante e rodeado duma blindagem. Este meio permite transmissões até frequências muito elevadas e isto para longas distâncias.
Vantagens
O cabo coaxial possui vantagens em relação aos outros condutores utilizados tradicionalmente em linhas de transmissão por causa de sua blindagem adicional, que o protege contra o fenômeno da indução, causado por interferências elétricas ou magnéticas externas.
Essa blindagem constitui-se de uma malha metálica (condutor externo) que envolve um condutor interno isolado.

Cabos ópticos

-O cabo óptico é uma estrutura destinada a proteger e facilitar o manuseio das fibras ópticas. Existem 3 tipos de aplicações para os cabos ópticos:
Internas: aplicados em Backbones, Campus Backbone ou em Redes Horizontais;
Externas: em dutos, diretamente enterrados ou em instalações aéreas.
Vantagens
A principal vantagem do cabo é que a maneira de transmissão do sinal é livre das interferências que outros aparelhos podem causar, o que acontece frequentemente em cabos coaxiais ou nos modelos de cabos mais finos com conectores RCA (os famosos plugues de três pontas nas cores vermelho, amarelo e branco).
Outro ponto positivo é que em Home Theaters nos enviamos apenas um cabo de entrada no aparelho, sem ter que conectar diversos deles, como ocorre nos outros sistemas.

Transmissoes Wireless

Vantagens:
• Flexibilidade e Mobilidade;
• Simplicidade de Instalação;
• Redução de Custos (ciclo de vida maior);
• Escalonabilidade (diferentes topologias);
Desvantagens:
• Velocidade de transmissão.

Cabos Rádio

-Ondas de rádio são radiações eletromagnéticas com comprimento de onda maior e frequência menor do que a radiação infravermelha. São usadas para a comunicação em rádios amadores, radiodifusão (rádio e televisão), telefonia móvel.

Ondas micro-ondas

As micro-ondas são ondas eletromagnéticas com comprimentos de onda maiores que os dos raios infravermelhos, mas menores que o comprimento de onda das ondas de rádio variando o comprimento de onda, consoante os autores, de 1 m (0,3 GHz de frequência) até 1,0 mm (300 GHz de frequência) - intervalo equivalente às faixas UHF, SHF e EHF.

Ondas satélite

Os satélites utilizados para telecomunicações ou transmissão de dados sob a forma digital encontram-se situados em órbitas geostacionárias, em torno do equador, a cerca de 30-40 Km da superfície terrestre. A comunicação com esses satélites implica antenas parabólicas, ou seja, dispositivos de transmissão e recepção capazes de efectuar: - os uplinks: as emissões da Terra para o satélite; - os downlinks: as recepções do satélite para a Terra. As ondas de satélite são utilizadas em comunicações intercontinentaisou abrangendo grandes distâncias geográficas e, normalmente, suportam uma largura de banda elevada (da ordem dos 500 MHz), embora estejam sujeitas a atrasos devido às grandes distâncias percorridas.
Placas de rede :
O que são e para que servem
Uma placa de rede (também chamada adaptador de rede ou NIC) é um dispositivo de hardware responsável pela comunicação entre os computadores em uma rede.
A placa de rede é o hardware que permite aos computadores conversarem entre si através da rede. Sua função é controlar todo o envio e recebimento de dados através da rede. Cada arquitetura de rede exige um tipo específico de placa de rede; sendo as arquiteturas mais comuns a rede em anel Token Ring e a tipo Ethernet.
img?s=MLB&f=95827473_4696.jpg&v=EDSYSencoreplacaderedepcmciaenp832txpcsu.gif Modem :
O que é e para que serve/ Como funcionam
É um dispositivo eletrônico que modula um sinal digital em uma onda analógica, pronta a ser transmitida pela linha telefônica, e que demodula o sinal analógico e o reconverte para o formato digital original.[2] Utilizado para conexão à Internet, BBS, ou a outro computador.
O processo de conversão de sinais binários para analógicos é chamado de modulação/conversão digital-analógico. Quando o sinal é recebido, um outro modem reverte o processo (chamado demodulação). Ambos os modems devem estar trabalhando de acordo com os mesmos padrões, que especificam, entre outras coisas, a velocidade de transmissão (bps, baud, nível e algoritmo de compressão de dados, protocolo, etc).
O prefixo Fax se deve ao fato de que o dispositivo pode ser utilizado para receber e enviar fac-símile.
Os primeiro modens analógicos eram externos. Conectados através das interfaces paralelas, onde a velocidade de transmissão eram de 300 bps (bits por segundo) e operavam em dois sinais diferentes, um tom alto que representava bit 1, enquanto o tom baixo representava o bit 0.[2]
Repetidores :
Em informática, repetidor é um equipamento utilizado para interligação de redes idênticas, pois eles amplificam e regeneram eletricamente os sinais transmitidos no meio físico.
Um repetidor atua na camada física (Modelo OSI). Ele recebe todos os pacotes de cada uma das redes que interliga e os repete nas demais redes sem realizar qualquer tipo de tratamento sobre os mesmos. Não se podem usar muitos deste dispositivos em uma rede local, pois degeneram o sinal no domínio digital e causam problemas de sincronismo entre as interfaces de rede.
Repetidores são utilizados para estender a transmissão de ondas de rádio, por exemplo, redes wireless, wimax e telefonia celular. ele tem como sua principal função aumentar uma conexão de rede.
blocos_do_repetidor.jpg Hub
Hub (do Inglês, "transmitir") ou Radiodifusão é o processo pelo qual se transmite ou difunde determinada informação, tendo como principal característica que a mesma informação está sendo enviada para muitos receptores ao mesmo tempo. Este termo é utilizado em rádio, telecomunicações e em informática.
Existem dois tipos de hubs : o hub activo e o hub passivo .
Hub passivo
É um dispositivo simples adequado a instalações onde a distribuição física das estações é tal que a degradação do sinal , quando emitido entre quaisquer estações adjacentes , está dentro do limite aceitável. Esse tipo de concentrador, que funciona como um centro de fiação , ao manter os TCUs próximos uns dos outros, diminui o problema causado pelo aumento da distância entre estações consecutivas no anel , quando uma delas sai do anel, passando para o estado bypassed .
Hub activo
Possui repetidores embutidos nas portas onde são conectados os cabos que ligam o concentrador às estações . Esse tipo de concentrador restaura a amplitude , a forma e o sincronismo do sinal quando ele passa por suas duas portas. A distância máxima permitida entre um concentrador ativo e uma estação é o dobro da que é permitida quando um concentrador passivo é utilizado .
Existem dois tipos de hubs : o hub ativo e o hub passivo .
1ª Geraçao –
Utilizados como
repetidores; regeneram o sinal protegendo
contra atenuação e melhorando sua
qualidade; dispositivos que conectam vários
segmentos de uma rede local,
estações de trabalho ou servidores ao
mesmo meio físico;
Hubs da 2ª Geração
Gerenciamento local e remoto de
seus segmentos de redes,
interligação de arquitecturas
diferentes;
Hubs da 3ªGeração
inteligentes” apresentam:
funções de pontes (bridges), e
gerenciáveis por SNMP (Simple
Network Management Protocol);
Hubs da 4ª Geração
“switchhubs”: conhecidos por switchs.
hub2sped.gif

Topologias de rede

Malha
A topologia de rede descreve como é o layout de uma rede de computadores através da qual há o tráfego de informações, e também como os dispositivos estão conectados a ela.
Há várias formas nas quais se pode organizar a interligação entre cada um dos nós (computadores) da rede. Topologias podem ser descritas fisicamente e logicamente. A topologia física é a verdadeira aparência ou layout da rede, enquanto que a lógica descreve o fluxo dos dados através da rede.
redes_mesh.png Anel
Na topologia em anel os dispositivos são conectados em série, formando um circuito fechado (anel).Os dados são transmitidos unidirecionalmente de nó em nó até atingir o seu destino. Uma mensagem enviada por uma estação passa por outras estações, através das retransmissões, até ser retirada pela estação destino ou pela estação fonte. Os sinais sofrem menos distorção e atenuação no enlace entre as estações, pois há um repetidor em cada estação. Há um atraso de um ou mais bits em cada estação para processamento de dados. Há uma queda na confiabilidade para um grande número de estações. A cada estação inserida, há um aumento de retardo na rede. É possível usar anéis múltiplos para aumentar a confiabilidade e o desempenho. ciinel.
anel.jpg Bus ou Barramento
Rede em barramento é uma topologia de rede em que todos os computadores são ligados em um mesmo barramento físico de dados. Apesar de os dados não passarem por dentro de cada um dos nós, apenas uma máquina pode “escrever” no barramento num dado momento. Todas as outras “escutam” e recolhem para si os dados destinados a elas. Quando um computador estiver a transmitir um sinal, toda a rede fica ocupada e se outro computador tentar enviar outro sinal ao mesmo tempo, ocorre uma colisão e é preciso reiniciar a transmissão.
Essa topologia utiliza cabos coaxiais. Para cada barramento existe um único cabo, que vai de uma ponta a outra. O cabo é seccionado em cada local onde um computador será inserido na rede. Com o seccionamento do cabo formam-se duas pontas e cada uma delas recebe um conector BNC. No computador é colocado um "T" conectado à placa que junta as duas pontas. Embora ainda existam algumas instalações de rede que utilizam esse modelo, é uma tecnologia obsoleta.
Embora esta topologia descrita fisicamente ter caído em desuso, logicamente ela é amplamente usada. Redes ethernet utilizam este tipo lógico de topologia.
rbarramento.jpg Estrela
A mais comum atualmente, a topologia em estrela utiliza cabos de par trançado e um concentrador como ponto central da rede. O concentrador se encarrega de retransmitir todos os dados para todas as estações, mas com a vantagem de tornar mais fácil a localização dos problemas, já que se um dos cabos, uma das portas do concentrador ou uma das placas de rede estiver com problemas, apenas o nó ligado ao componente defeituoso ficará fora da rede. Esta topologia se aplica apenas a pequenas redes, já que os concentradores costumam ter apenas oito ou dezesseis portas. Em redes maiores é utilizada a topologia de árvore, onde temos vários concentradores interligados entre si por comutadores ou roteadores.
topologia_estrela.jpg Estrela Hierarquica
Esta topologia é baseada em hubs ou dispositivos de ligações, os quais permitem uma estruturação hierárquica de varias redes ou sub-redes.
Este tipo de rede é muito utilizada visto que permite, com grande facilidade e flexibilidade, a expansão de das redes ou de interligações de novas redes e ainda assegura o bom funcionamento e gestão do conjunto de redes assim interligadas.
anel.png Espinha Dorsal
Esta topologia é caracterizada por um cabos que é chamado backbone ou espinha dorsal.
Este cabo tem um elevado desempenho que cobre uma determinada área, mais ou menos extensa, e ao qual se ligam diversas redes ou sub-redes, atravez de dispositivos de ligação ( por exemplo: transceivers, brigds, routers, etc.).
mcast_fig1.gif Origem da internet
A Internet surgiu nos Estados Unidos da América, no clima da guerra fria. O objectivo era desenvolver um sistema de troca de informações entre computadores de forma a que fosse sempre possível receber a informação, mesmo que um dos computadores da rede fosse desligado ou destruído, ou que uma das ligações entre computadores fosse interrompida. Os objectivos eram unicamente militares na época e durante um período de tempo esta forma de ligação entre computadores era exclusiva das forças militares americana. Assim, em 1969, a ARPA (Advanced Research Projects Agency) desenvolveu a ARPANET. Através deste sistema de troca de informações era possível fazer chegar à localização prevista as informações pretendidas num curto espaço de tempo e sem o risco desta troca de informações ser interrompida. Foi desenvolvido o estudo e desenvolvimento desta rede em que era feita a comutação de pacotes, ou seja, a informação é dividida em “pequenos pacotes” e enviada pela melhor via disponíveis, sendo reunida a informação no local de recepção, já que cada pacote contém informação que o permite fazer. Outro problema a resolver era que fosse possível visualizar a informação mesmo usando computadores diferentes, sistemas operativos, etc.
Para além da ligação entre computadores militares, foi criada uma rede entre quatro universidades americanas. A ARPANET permitia a ligação entre as redes das universidades e permitia a troca de informações entre estas universidades. Com isto foi possível desenvolver a Internet tal como a conhecemos hoje. Apesar disto o controlo desta rede manteve-se nas mãos do militares e à qual havia um acesso restrito.
No final dos anos 70 começaram a ser desenvolvidos protocolos que permitisse a comunicação entre computadores e redes independentemente do equipamento ou software utilizado. Em 1983 a ARPANET foi dividida em duas redes: MILNET e ARPANET. A primeira era exclusivamente de uso militar, ao passo que a segunda era dedicada à pesquisa e desenvolvimento. Isto permitiu um desenvolvimento cada vez maior da Internet, já que o seu acesso passou a ser mais fácil e a uma maior comunidade de utilizadores. Para além disto foram adoptados os protocolos TCP (Transmission Control Protocol) e IP (Internet Protocol), que também contribuíram em grande medida para este desenvolvimento. O IP permite a comunicação entre computadores e o TCP garante uma maior segurança na transmissão de dados, entre outras funcionalidades.
A partir desta altura a Internet não deixou de crescer em termos de utilizadores. Se bem que inicialmente a Internet era apenas destinada a fins académicos e educacionais, actualmente é uma forma cada vez mais utilizada para a comunicação entre utilizadores.
internet02.jpg
 
O que é uma rede?
Simplificando, dois computadores ligados entre si é uma rede. Essa conexão pode ser feita por meio de cabos ou sem fios (wirelless).
Tecnologias de conexão
Ethernet
Um padrão de redes de computadores desenvolvido pela Xerox, DEC e Intel em meados de 1972, com uma largura de banda de 2,94 Mbps, sendo posteriormente padronizado a 10 Mbps pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers). As evoluções do padrão Ethernet são o Fast Ethernet com taxas de 100 Mbps , já utilizando a fibra ótica e o Gigabit Ethernet com taxas de 1Gbps.
Resumindo: uma tecnologia de redes com cabos que continua sendo utilizada nos dias atuais.
Cabos de rede
Wi-Fi, hotspots
Wi-Fi é uma tecnologia de comunicação entre computadores que não utiliza cabos e sim ondas de rádio. Isto caracteriza a comunicação sem fios ("wireless", em inglês). Wi-fi é utilizado para descrever produtos que respeitam o conjundo de normas 802.11 criado pelo Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE). As mais conhecidas são as 802.11a,b,g, n etc. .
Resumindo: uma tecnologia de comunicação sem fio. Você sabia que o Maracanã é todo coberto por Wi-Fi?
Um hotspot é um ponto de acesso sem fios onde os utilizadores podem se ligar à rede ou à Internet. Os hotspots podem existir em vários locais públicos. Gratuitos ou não, eles permitem o acesso à Internet de banda larga a utilizadores de aparelhos (netbooks, laptops ou PDAs) que possuem o chipset de Wi-Fi. Muitos hotéis e aeroportos já têm hotspots.
Resumindo: uma "área de cobertura" restrita (aeroporto,hotel etc.) para comunicação sem fio. Pense em um conjunto de "anteninhas" para propagar o sinal de rádio.
Como os computadores "falam" entre si?
Assim como nós, humanos, temos regras para nos entendermos - o idioma - as máquinas usam um conjunto de regras. Esse conjunto chama-se protocolo.
A Internet usa um protocolo chamado TCP/IP
A seguir temos exemplos de redes meramente teóricos, visando a compreensão das questões de concursos públicos. Portanto, este não é um trabalho para especialistas, mas apenas para orientar na compreensão do tema.

Rede ponto a ponto.
Normalmente é a primeira rede que conhecemos. É aquela que a maioria das pessoas têm nas suas casas quando possuem mais de um computador. Não existe a figura do Servidor, o qual veremos mais adiante. No exemplo ao lado esta rede não tem acesso à Internet. Pense numa padaria ou outra loja pequena que só precisa que seus computadores se comuniquem e mais nada. Neste exemplo estamos simbolizando cabos entre os computadores mas poderia ser uma conexão sem fio (wireless) do padrão Wi-fi.



Aqui também temos uma rede ponto a ponto (sem servidor). Mas o dono dela quer que todas as máquinas tenham acesso à Internet. Assim ele acrescentou um roteador ao esquema. Este, sim, é o caso mais comum nos lares atualmente. Note que o roteador está acessando o cable modem ou modem ADSL. Estes modems, normalmente de acesso por banda larga, são os aparelhos que ficam conectados à Internet. Ou seja, cada máquina desta pequena rede poderá acessar a Web individualmente. E você só paga uma assinatura da banda larga. Isto leva o nome de compartilhar o acesso à Internet.
Mas o que é o "switch" ? Um switch é um aparelho que permite que máquinas se comuniquem em uma rede. Na verdade o nosso roteador caseiro normalmente é um switch também. Resumindo, se você precisar passar coisas de um computador para outro (fotos, músicas, programas etc.) poderá fazê-lo normalmente. Afinal, é pra isto que servem as redes!



Arquitetura Cliente-Servidor
Aqui temos um exemplo mais completo. Note que são várias máquinas. Quando isto acontece surge a necessidade de um servidor. Este é uma máquina mais potente que as demais e responsável pelo controle de rede. Quando o servidor "cai" a rede pára de funcionar. Mas os clientes (as máquinas individualmente) podem continuar funcionando mas só com o que estiver gravado nelas mesmas. Note que o Roteador/Switch continua presente para acessar outras redes externas e a própria Internet.
A propósito, não confunda Servidor com Provedor.
Um Provedor é uma empresa que nos dá o acesso à Internet. E ela, normalmente, tem vários servidores lá dentro!


 
Topologia de redes
Significa a forma - "desenho" - da rede.
Topologia em estrela: Todas as conexões partem de um ponto central (concentrador), normalmente um hub ou switch. É o modelo mais utilizado atualmente.
Topologia em anel:Todos os computadores são conectados em um anel. É conhecida como Token Ring. Mais utilizado em sistemas industriais.
Topologia em Barramento :Os computadores são conectados num cabo em sequência. Essa topologia era usada nas primeiras gerações de redes Ethernet. Está sendo lentamente abandonado.



E o Proxy? E o Firewall?
O termo proxy vem do inglês e pode ser traduzido como "procurador".
É um tipo de servidor que atende a requisições repassando os dados a outros servidores.
Um servidor proxy pode,algumas vezes, disponibilizar um recurso sem nem mesmo se conectar ao servidor especificado. É quando ele armazena dados em forma de "cache". Ou seja, se uma informação já foi acessada por um cliente antes, ele pode já tê-la gravada. Assim, sem precisar ir ao endereço que o usuário pediu, ele devolve o que está em "cache", agilizando o processo.
Quanto ao Firewall, sua função consiste em regular o tráfego de dados entre redes distintas e impedir a transmissão e/ou recepção de acessos nocivos ou não autorizados de uma rede para outra. Portanto, note bem que Firewall não é um anti-vírus. Ele controla o tráfego só deixando passar para dentro da rede interna ou para o exterior o que é autorizado. Vale lembrar que nos computadores caseiros um Firewall é um programa (portanto, é um software) e nas redes maiores pode ser um computador ou um item de hardware com esta função.